Monday, January 29, 2007
Porquê tudo isto?
"A civilização é uma educação de natureza. O artificial é o caminho para uma apreciação do natural. O que é preciso, porém, é que nunca tomemos o artificial por natural. É na harmonia entre o natural e o artificial que consiste a naturalidade da alma humana superior."

O Livro do Desassossego, Bernardo Soares
 
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Mensagem Dirigida Àqueles Que Ainda Acreditam No Pai Natal (E Aqui É Suposto A Concorrência Rebentar de Raiva)
Sabem... os belogues são imortaaaaaaais xD

P.s.: Aquilo era apenas uma forma lamechas de dizer que ando oficialmente à procura de template. E "rátátátátátátátátátátá" foi o som mais parecido de que me lembrei com o do fogo de artifício...
 
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Sunday, January 28, 2007
Ruptura Lamechas
Querido Têó,

7 meses e dois dias muito preenchidos que passámos juntos, é verdade. Alcançámos grandes feitos, side by side... Confiei-te a minha esquizofrenia e tu cresceste envolto na projecção quase inacreditável de um iogurte assassino que tem uma paixão impossível por uma mala de crocodilo. Também dei uma identidade a um cursor para fazer de conta que isto tudo é um sítio muito seguro. E também mantive um frontman porque sempre preferi sentir-me o braço direito (esquerdo, vá, que eu sou canhota) a estar na ribalta - até porque ando frequentemente com fotossensibilidade.

Mas, como sabes... tudo tem um fim.
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(rátátátátátátátátátátátá)
 
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Realmente, o Xarepe tinha razão...
...o mundo gira mesmo à volta da Economia, uma vez que tudo se prende com a ponderada gestão dos recursos escassos para a satisfação das necessidades do indivíduo. O tempo é um desses recursos. E isso faz-me pôr a continuidade deste belogue em causa. Crise.

Economia: do Lat. oeconomia, do Gr.oikonomía - administração da casa
 
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A reacção é um astro lunar: o seu trajecto não é verdadeiramente seu.

XCII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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Suspeito que não vejamos as pessoas - mas antes a personificação das nossas expectativas.

XCI, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Horizonte

Consagro aos sete ventos pétalas cujo perfume outrora se silenciou. Consagro porque são parte do caminho: mas o caminho já não passa por elas.

XC, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Pétalas Silenciadas - V

- Tempestade

Os deuses lançam um manto de escuridão e ocultam-se, derrotados, sob a sua lápide, esquecidos da sua condição, da sua divindade. Dos seus olhos esculpidos a céu, a omnisciência do derrube do cálice de estrelas por mãos embriagadas. As jóias de luz despedaçadas, frágeis cristais, - agora ténues - caem numa mágoa silenciosa que só a ferocidade do nosso chão faz explodir em orquestra...

LXXXIX, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Pétalas Silenciadas - IV

- Eco - II

Abraço todas as quimeras do meu labirinto. Nelas, a fonte do meu devaneio - do meu sorriso. Desfazem-se em palavras efémeras, em esboços de divagações de uma qualquer coisa que não alcanço enfim, mas que me sustentam: que teimo que me sustentem...

LXXXVIII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Pétalas Silenciadas - III

- Eco

Menti. Os meus dias são pedaços incessantes de cansaço, pontes maciças para o meu fim antecipado. Os dias, sempre iguais? Quem dera. Quem dera ser capaz de me repetir, de me decalcar folha após folha. A repetição não custa. A repetição é um papel já esquecido e conformado. O que custa é ser fonte. O que custa é ter braços de ânsias intermináveis.

LXXXVII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Pétalas Silenciadas - II

- Quimera de papel

Mais uma hora apagada, mais um dia rasurado, mais um mês no cesto de papéis.

LXXXVI, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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»» Pétalas Silenciadas - I

- Mundo

Seremos os eternos figurantes que tropeçam por entre um palco que lhes não pertence?

LXXXV, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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Saturday, January 27, 2007
Momento de Consciencialização
O facto é que ainda estou a olhar para a tela, a tentar perceber exactamente o que me fez dedicar cerca de uma hora do meu precioso tempo à exposição de uma tese de três páginas tão apaixonantes quanto desinteressantes.

E é de salientar que tive 20 valores no trabalho de acção humana.
 
posted by Esfinge at 20:35 | Permalink | 3 comments
Tese pipi que se tiver muitos comentários será apresentada à Fac, aos Ministérios do Ensino Superior e da Justiça e me conduzirá à prisão perpétua
Ingressar numa faculdade de Direito requer apenas alguma aplicação. Permanecer, continuar e principalmente apreender o espírito deste curso implica determinação, objectividade e bastante dedicação. Portanto, o perfil ideal de um estudante de Direito é o de alguém tenaz, inteligente, perspicaz, com sentido de oportunidade e justiça, curioso e detentor de um aguçado espírito crítico. Mas nem toda a gente tem a felicidade de frequentar este curso por paixão. E, ainda que isso aconteça, a verdade é que nenhum marçano de Direito sabe bem ao que vai: cabe então à Universidade extinguir esta lacuna.

Segundo O Direito - Introdução e Teoria Geral de José Oliveira de Ascensão, estudar Direito não é aprender leis: o conhecimento das leis é meramente instrumental duma formação específica, da qual está dependente o encontro da solução correcta dos casos concretos; mais: o que se pretende da Introdução ao Estudo do Direito e das restantes matérias leccionadas num primeiro ano deste curso é uma preparação propedêutica ao estudo do Direito em si e não da apoteose de um dos seus ramos específicos. Isto não acontece por acaso: há que conhecer a área circundante ao Direito e explorar longamente o seu perímetro para possuir a aptidão necessária à compreensão da sua essência em si.

A cada ano que passa, a Humanidade é confrontada com a súmula de centenas de erros que devem ser encarados sob uma óptica consciente, e dos quais se podem (e devem) ser colhidas lições. Com efeito, um dos maiores erros de uma Universidade tem sido e continua a ser o desprezo pelo indivíduo: somos aglomerados de médias, aprovações e reprovações - identificados burocraticamente por outros tantos aglomerados de números.

Por contraste, cada indivíduo é ele próprio um universo; se é certo que nem todos estamos a marcar presença em áreas que desejámos a priori, o facto é que, não havendo outra possibilidade, há perspectivas a serem tidas em conta para além da imprescindível paixão e/ou dedicação individual, id est: se, para além da adaptação do indivíduo à matéria, houvesse uma adaptação da matéria ao próprio indivíduo, todos desempenharíamos melhor as nossas (futuras) funções - afinal, o intelecto não acompanhar a cultura é o mesmo que dispor de muita sabedoria e não saber (como) aplicá-la no mundo concreto – e é, com efeito, esta a crítica de todos os licenciados: pragmaticamente falando, os universitários e a Universidade estão de costas voltadas.

Suponho que, no caso específico do meu curso, esta situação poderia ser reformada com a promulgação de duas disciplinas. A primeira apostaria no debate acerca de questões controvérsias, exempli gratia, mas sem entrar no campo jurídico se não de modo abstracto (pelo menos, durante o primeiro ano), na medida em que isso:

1 - apuraria o sentido crítico com base na capacidade de análise;

2- talharia o equilíbrio perfeito entre a subtileza e a implacabilidade da utilização do argumento (como é sabido, quem exagera o argumento prejudica a causa, mas quem não sabe persuadir com base neste mesmo, carece de potencial);

3 - desenvolveria um certo à-vontade no confronto de ideias e defesa dos pontos de vista: característica essencial de que muitos estudantes de Direito carecem;

4 - prepararia terreno para uma certa confiança na intuição jurídica do estudante.

É um facto que já se fazem preparam debates em Ciência Política e Direito Constitucional: uma vez por mês - se tanto. Não é suficiente, assevero.

A segunda faria o estudante contactar com o mundo e os seus casos reais, literalmente falando, na medida em que isso desenvolveria e apuraria o seu sentido de responsabilidade.

Nenhum homem é uma ilha”, como disse Jonh Donne... E, de facto, a sociedade obriga à consciência de si próprio. Pois bem: pondo-o frente a frente com o mundo, o estudante está frente a frente com o seu ser, uma vez que este o coage à expressão (e à acção), arbitrada pela busca da ordem – que constitui a exactamente o âmago do Direito. E porque é isto imprescindível?

A resposta é previsível: como desempenhará bem o futuro advogado ou juíz o seu papel se é completamente sufocado com uma atmosfera de conhecimentos teóricos, que conduzem facilmente a uma dedicação apartada do mundo, de longe gerada pela necessidade imponente de responder às exigências que o curso impõe? É compreensível que, acorrentado por estas circunstâncias, lhe falte alento e paixão: e isso vai reflectir-se no modo como os profissionais vão desempenhar as suas funções.

Com efeito, é precisamente apostando no aspecto humano, no seu potencial e principalmente na compreensão da responsabilidade que terá, - com olhos postos no mundo real e concreto - que o estudante se vai aperceber para que lugar específico foi talhado - se para a defesa de causas, se para o seu julgamento, se para a burocracia nestas questões envolta, etc. – e de que modo – se para o ensino, para a área diplomática, para a área jurídico-política, se para a área comunitária, etc. - o que lhe abre caminho a um melhor desempenho.

(Passo a apresentar um excerto do Regulamento de Avaliação da Faculdade de Direito de Lisboa)

Título I
Princípios básicos

Artigo 1.º
(Sentido da avaliação)

1. A avaliação destina-se a apurar os conhecimentos dos alunos, a sua aptidão para a investigação e a prática jurídica, o seu espírito crítico, a sua capacidade de elaboração pessoal e de solução de problemas, bem como o seu domínio da exposição escrita e oral.
2. A avaliação é actividade pedagógica inseparável do ensino teórico e prático.

Artigo 2.º
(Carácter individual)

1. A avaliação refere-se exclusivamente a cada aluno.
(...)


No entanto, como podemos constatar no ponto 1 do 2º artigo do Título I (Princípios básicos) do Regulamento de Avaliação, é promovido o carácter estritamente individual da avaliação. Até aqui, tudo bem: talvez até seja mais justo assim. O problema surge no artigo que o antecede: por contraste ao supra citado, - como aliás já referi, - são fornecidas parcas oportunidades de se encarnar o espírito do Direito num plano prático, quanto mais comunitário, menosprezando, (crentes numa objectividade e sentido de justiça cegos, parece-me) a importância do mundo lá fora – até porque o Direito não pode ser entendido num plano estritamente individualista, na medida em que se apresenta como uma ordem da sociedade (a ordem jurídica) e, logo, não faz sentido apartá-lo daquilo que constitui a sua razão de ser.

Entre os marçanos, há os idealistas, os pragmáticos, os que se desenrascam, os estudiosos... Jovens. Há sempre dois ou três livros a acompanhá-los e um olhar a denunciar grande sentimento de dispersão. Asseguro que há potencial: há muito potencial até. Mas assevero igualmente que cabe à Universidade fornecer as directrizes.

E porque tem de ser, afinal, a Universidade a fornecê-las e não uma busca individual? Porque é a Universidade que nos põe este poder nas mãos. E se no-lo concede, se nos ensina exaustivamente a manejá-lo, deve demostrar-nos os efeitos que este poderá ter – e terá – no mundo real em ex aequo.

Como disse, o Direito é uma ordem da sociedade, – a ordem jurídica – o que o torna fulcral. De mão dada à Medicina, é a base em que assenta o correcto funcionamento da sociedade.

Por seu lado, o actual trilho pelo mundo do Direito tem como fruto o molde de um carácter burocrático, austero, autónomo, taciturno, desconfiado e muitas vezes agressivo, insensível ao aspecto humano. Posso afirmá-lo seguramente na medida em que contacto com o mundo do Direito desde tenra idade. Curiosamente, é exactamente esse carácter que o mundo tantas vezes acusa e aponta. Eis a raíz.

Resta-me lembrar que nós, hoje estudantes, seremos os profissionais de amanhã.

"Eduquem as crianças e não será preciso castigar os homens"

Pitágoras de Samos
 
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Monday, January 22, 2007
=)
 
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Sunday, January 21, 2007
#_353 - Eu vou processar alguém, pah xD
"Ontem...




Que lindo!!!!! Pois ontem à noite fui dar com o Téo dentro da fruteira (lugar habitual!), nesta posição maravilhosa....Já vós disse que adoro os meus gatos???"

http://ardegraca.blogspot.com/2005/05/ontem.html
 
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#_352 - Piada Sádica
Epá, ainda bem que comprei o livro de História do Direito antes do homem morrer! Agora deve valer mais...

http://www.fd.ul.pt/noticias/noticias-cont.asp?noticia_id=456
 
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#_351
Da última vez que eu disse que gostava de Beethoven, disseram-me que era um filme muito atrás.
 
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#_350 - "Bom mesmo era pôr gás natural"
Gás natural que afinal é canalizado! (xD)
 
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#_349 - Acerca da Síndrome de Floribella
Eu levei porrada do infantário até ao 7º ano, incluindo na catequese, enquanto a catequista falava de amor ao próximo. Foi bom: ao menos consigo compreender o facto de nem toda a gente gostar de mim.

E evito cantar quando vejo isso.
 
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Saturday, January 20, 2007
#_348 - A Parte Má: Modinhas
Para poder publicar o que escrevi há dias, estou a ter a fantástica oportunidade de conhecer todo o trabalho discográfico dos 4 Taste. A terrível subordinação (d)à Sphinx Júnior. Alergia.
 
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#_347
Jamais me importunaria um qualquer julgamento em que me consagrem a índole de réu.

Que sabem os imperiosos romanos da Magna Grécia?

LXXXIV, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto

 
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#_346
Na minha tela, o teu esboço adormecido. A perfeição incerta dos traços, avassalada às profecias de uma tinta obscura. Fugaz, nos meus dedos borrados de cinzento fúnebre... Olho-te e cesso por um momento de te concretizar, de te expor ao mundo.

Cesso, mas...

LXXXIII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_345 - Mmm...
Às vezes penso que há demasiada expectativa debruçada sob este belogue. Calma. Aqui faz-se o culto do absurdo. Fora desse contexto único, aqui, tudo se me afigura como exterior e independente de mim.
Pessoalmente, vejo a escrita como uma forma de libertação: gosto de usar as palavras sem as eleger demasiado: gosto de descrever aquele céu sem o analisar demasiado. E às vezes é preciso riscar e rasgar pra poder enfim esboçar o horizonte: sem que isso vá forçosamente numa direccção concreta e objectiva - ou mesmo real.
A auto-censura significaria o fim deste belogue. E isso era mau, pah: de um império de 60, este é o meu primeiro belogue a sério =/
 
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#_344
Estou a pensar em recolher assinaturas para a Decas ter de continuar com o belogue.
 
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Friday, January 19, 2007
#_343
O que é que acontece exactamente se eu não me recensear?
 
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#_342
A minha mãe diz-me sempre pra não revelar as datas dos exames, por causa das invejas. Mas... alguém tem realmente inveja de fazer um exame?
 
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#_341 - "Quem desdenha quer comprar"
Sabes, Têó, tu só és menosprezado porque não mudas de visual há seis meses.
 
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#_340 - Confessem: qual dos dois foi?
"Pedro Santos - 13

Eu gosto muito das vossas músicas mas eu queria que houvessem desenhos animados dos patinhos, eu vejo os patinhos todos os dias. Adeus."

in http://www.rtp.pt/wportal/infantil/correio.shtm
 
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Sunday, January 14, 2007
#_339
Aprendi a ouvir as paredes do meu quarto e a buscar nelas o meu refúgio; pouco a pouco, a minha imagem. Fascinam-me por não falarem de destino, de acaso, ventura ou sentido: não falam de si nem de coisa nenhuma. Murmuram vaga, muito vagamente a história da força estóica: sustentam toda uma edificação, acolhem aqueles que junto delas repousam e sorriem, abrigam as suas lágrimas e desentendimentos: e às paredes ninguém acena!

Oh mundo!

Às mais fiéis confidentes ninguém acena...!

LXXXII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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Saturday, January 13, 2007
#_338 - Incidentes pela Capital

Ora isto é tipo o exterminador implacável a dar as últimas xD
 
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#_337
 
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#_336
Eu e a Esfinge temos uma relação muito complicada. Sempre que tento sair da sombra dela, ela diz-me “mas quem é que tu pensas que eras sem mim?”. Era a Andreia Frazão, tão-somente. Costumava ser, pelo menos... Só que isso também já foi há muito tempo.
 
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#_335
Mas o que eu gosto mesmo, mesmo na minha Faculdade são as portinhas automáticas tipo supermercado. Aliás, na semana passada quase me entalaram. Foi uma recepção muito calorosa, nunca esquecerei. Obrigado pela manutenção e bom funcionamento da nossa escolinha, senhor Reitor. Obrigado.
 
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#_334
E então? Está cientificamente provado que vamos todos pró buraco ser jantar de larvas.
 
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#_333
Queria olvidar-me das ruínas e muralhas, dos labirintos e becos sem saída; olvidar-me que demorarei mais a dar a volta ao mundo do que o mundo a dar-me a volta a mim; olvidar-me da minha fragilidade e correr em direcção à linha do horizonte coroada pelo sol, ignorando que não saberei a direcção quando ele me acenar e eu fizer uma vénia; olvidar que me perco, como se perdem os segundos no vagar das horas, no pesar dos dias, parcelas ínfimas da inexorabilidade do Tempo...
Sobretudo o medo. O medo da minha profilaxia falhar, de eu te falhar. Porque às vezes sinto demasiadas âncoras às minhas costas enquanto tento, a tanto custo, chegar a bom porto; sinto demasiado cansaço pela vigília a que o sono que não chega me obriga.
Dantes, ouvia as mãos que tinham pressa de sucumbir, mãos vazias da minha sede singular, portadoras das chaves das suas fortalezas, portadoras do peso da desilusão, ausentes, vazias na essência. Que correntes invisíveis eram aquelas? - ecoavam as minhas mãos, quando vislumbravam, como as folhas verdes ao verem as outras caírem, desamparadas, na austeridade do chão.
Entretanto, olvidei até onde tinha seguido as minhas mãos e elas olvidaram-se de me manter segura; perderam-se no seu quimérico tecer até às estrelas que nunca tocar(i)am, renderam-se àquela interrogação, por entre a austeridade do caminho e eu... eu senti-me tropeçar também por entre a sua queda.
Um e outro deslize cristalino por entre os traços submergiu, pouco a pouco, a minha Atlântida: todo o meu reino de fantasia, como o construí, mais devastado dia após dia, mais afundado hora após hora. E o sol veio espreitar o que restou do meu mundo devagar, devagar como eu não sabia que ele podia vir... tímido, por trás de uma colina de nuvens que não lhe conhecia como corte: uma mão cheia de cinzas e outra cheia de nada.
Sobretudo a fuga. A fuga da música de fundo que me transforma em musa da inquietação, errante por um percurso imprevisto, por aqui, onde tantas vezes sou o eco de mim mesma, o odioso eco de acordar e (re)ver tudo invariavelmente igual, o eco que tem mais força que a minha própria voz, mais uma pétala caída, mais uma quimera que me mostra as grades, as muralhas, e, lá em cima, tão alta, tão ofusca por um sol que não suporto enfim, a chave para a saída. É só estender a mão e rasgar o véu que desvanece a saída do abismo... Bem sei, bem sei... Mas às vezes a mão é só uma mão. Por vezes, perde o ânimo dos gestos, metamorfoseia-se num sentido adormecido; um devaneio apenas.
A vontade de cair... talvez confiar. Presa entre a sede de sucumbir e a incumbência de continuar. Ahh, presa no imperioso nada, ao fim e ao cabo, enclausurada no fundo sem fundo do absoluto vazio!
Tenho saudades de quando era só eu. De quando os meus sonhos eram pintados por mim, de quando os meus impulsos eram fruto do meu ser, de quando as minhas vontades eram da minha autoria, de quando o meu tempo era meu, verdadeiramente meu, desesperadamente meu: tenho saudades dos dias em que fechava os olhos e fazia de conta, por um momento, que, quando os voltasse a abrir, ia ter a lua na palma da mão.

Saudades do que não regressa jamais...

LXXXI, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_332
Ao mérito da autoria costuma vir amarrado o desejo de reconhecimento. Para quê, ó irmandade in artibus...? A autoria é uma mera referência gasta, apenas a forma de saber como havemos de voltar a cruzar o olhar com determinada inspiração artística. Alguém se lembra de Cesário Verde, na sua essência, na sua pessoa, no seu “eu”, enquanto lê Contrariedades?

Só olho para dentro de mim enquanto escrevo; nunca depois de já ter escrito.

Abdica e sê rei de ti próprio.

LXXX, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_331 - No entanto...
Em Outubro, antes de ir pra Lisboa, cortei com um x-acto o papelão em que vinha o Fernando Pessoa e, quando lá cheguei, pendurei-o atrás da porta.

...constatar a minha acção faz-me ansiar desesperadamente nunca, mas nunca ser famosa.
 
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#_330
Conheço-te... - surge na ordem lógica de teus pensamentos, ó mortal, sempre que relembras alguém e a tua memória denuncia os seus traços, que se concretizam num nome... Detém-te, porém: acautela-te de todas as certezas inquestionáveis que se afiguram ante o teu espírito.
O valor de um nome está ligado a quem o usa, simbolizando-o, encarnando uma natureza numa invocação. Conhecem-te deveras quando pronunciam o teu nome? Crês conhecer sempre quem invocas então?

O nome, palavra vã, é um véu que prende uma alma inteira numa expressão de sémis...

LXXIX, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_329 - Tipo... Há males que vêm por bem...?
Eu sei que és o único que empanturro com os meus dilemas e crises existenciais e que às vezes tens mais vontade de revirar os olhinhos do que me dares as boas vindas, Têó.

Mas lembra-te que sou eu quem te eleva ao guiness.
 
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#_328
Sob um olhar do passado, não me compreenderia; sob o olhar do presente, não me compreendo. Dêem-lhe a faculdade de ultrapassar o tempo e a mim a de voltar atrás. Tudo ficará igual: tudo sucederá enquanto tento compreender: por isso, hoje compreendi que sou a incessante transfiguração. Ela, fica no passado, eu remeto-me ao presente fugidio e outra se dedicará ao que ainda não chegou.
Supera-me a nostalgia do nunca, como um eco sempre presente, sempre presente, sempre, sente, sempre, presente, pressente, presente... presente?

Tenho o mundo dormente.

LXXVIII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_327

Mas: no entanto: todavia: porém: contudo.

LXXVII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto

 
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#_326
Falar é como entrar numa sala de espelhos: toda a multidão vê reflexos distorcidos, confusos, incertos; cada um vê um vértice de nós.

Falar é desencontrarmo-nos.

LXXVI, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_325 - Fui destronada.
Esta semana, a minha irmã apareceu no msn com o meu mail, revelou coisas íntimas da minha vida, como o facto de a tratar carinhosamente por "monstrinha", ofereceu-se para dizer a minha password a sabe-se lá quem e, apesar de isso ser crime, meia hora depois já toda a gente gostava dela. Mais: foi elevada a “sphinx júnior”. Tssss... Sphinx Júnior, imagine-se!
Nunca pensei que fosse possível alguém ocupar o meu lugar. Mas está bem. Não, ok, tudo bem... (xD)
 
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Thursday, January 04, 2007
#_324
Após um dia incrivelmente preenchido, só faltava mesmo vir ver de ti, Têo. Aqui vai a síntese do dia: conheci a professora de introdução ao direito, descobri quando tenho exames, revi amigos, conheci os amigos dos amigos, envolvi-me numa missão super hiper mega secreta com uma excelente performance (ahahahah raite esfinge, raaaaite! xD), permutei o crédito (é crédito que se diz?) do meu cartão de plástico por cultura jurídica... er... condensada, andei pelo maior centro comercial da europa com uma figura pública, fui amaldiçoada por uma fanática no metro que me tomou como seguidora de satanás (por estar de preto?), fiquei cerca de 10 minutos dentro do bus à espera que este se movimentasse, uma vez que uma velhinha entrou sem pagar e não queria sair, teimando que já havia pago (alzheimer?) e, finalmente, pra te vir ver, estou com dois infelizes ao lado, a verem sites para adultos, enquanto trocam olhares cúmplices e risadinhas nervosas.

É só pra veres o amor que te tenho.
 
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Wednesday, January 03, 2007
#_323 - Taking a deep, deep breath
Estou prestes a regressar à capital. Que é como quem diz... A pensar em começar a despachar-me para me pôr a milhas para esse efeito. Tão bom. Os exames e as multidões prontas a receber-me e a espalmar de braços abertos. Mal posso esperar xD
 
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#_322

Que mostra um espelho? Reflecte o contrário de mim: fosse eu uma palavra e aparecia um novo dialecto, ou, talvez, a adulteração da sua essência. Talvez nunca venha ninguém a ver para além do espelho das minhas acções e das minhas palavras. Talvez nunca vejamos para além do espelho e, então, talvez o mundo permaneça eterna deturpação.
Mas... Porquê as vagas definições, para quê? Não há filosofia mais real que esta: tudo não passa de uma adaptação, de um ponto de vista, a busca de um porto seguro que em lugar algum do mundo existe, como um pisa-papéis que segura as folhas já escritas, enquanto nos ocupamos de outras, seguros de que aquelas estão já a salvo da dispersão. Mas não há garantias. Um dia, distraímo-nos com a janela aberta, saímos e, quando voltamos, as folhas continuam seguras, mas agora ilegíveis; toda a segurança seguramente perdida, a pressa grega de fechar a janela consagrada às calendas...

É utópico traçar um mapa para uma jornada invariavelmente desconhecida.

LXXV, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto

 
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#_321
Mas o giro, giro é que desde apareceu a Rihanna, somos todos boa gente.
 
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#_320
O conto do abismo a que ninguém subsiste é apenas uma lenda, a tradução de um medo. É inerente a queda à busca de equilíbrio, afinal

"Os deuses vendem quando dão.
Compra-se a glória com desgraça.
"

LXXIV, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto

 
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#_319
Isto pode parecer prepotente, mas a verdade é que, faça o que fizer, tenho sempre (F)razão.
 
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#_318
Vivi demasiado na tua sombra, ansiando pela chegada daquele dia. Chegou, enfim, e içaste-me e à minha (vã) glória bem alto, como a um troféu, para que todos vissem. Não quis acreditar porque os anos assim mo coagiram.
Hodiernamente, sinto que me deixas cair um pouco todos os dias. E sinto-o mais feramente porque o que construo é para que o teu império não caia e de nada careças se te traírem os desígnios dos deuses. Vou contra mim e a minha lucidez é mais e mais afiada.
Para me receberes, vestes-te sempre de desprezo. A tua doutrina é a da ausência. Sinto que a minha construção se renumera com o meu esvaziamento. Pergunto-me se és o espelho de quem serei.

LXXIII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
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#_317
Uma frase que me deixou a pensar: "Quem nos garante que Deus não copiou o mundo?".
 
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#_316 - Crise
O que mais vai custar quando me for embora, é que nem te posso mandar uma mensagem pra saber se estás bem. E depois os vândalos e a concorrência podem fazer-te uma espera. Sinceramente, o que eu gostava mesmo era de pegar em ti, na Borgan e no nosso frontman e irmos todos de férias. O problema é que o aluguer à Blogger foi caro. E as propinas também.
 
posted by Esfinge at 02:21 | Permalink | 0 comments
#_315 - Resolução de ano novo
Este ano vou escrever à minha madrinha. A sério.
 
posted by Esfinge at 02:04 | Permalink | 0 comments
#_314
As palavras são, se tanto, meras promessas de entendimento: adapta-se o ser às ideias e moldam-se as ideias aos conceitos. Assim, a linguagem é toda ela um espelho que não reflecte: sinónimo falho, fugaz, incerto... fictício. Para quê sustentar cegamente nesta a ilusão de uma aliança?

O meu estandarte é o silêncio. Todas estas palavras são já despojos.

LXXII, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
posted by Esfinge at 01:39 | Permalink | 0 comments
Tuesday, January 02, 2007
#_313
Hauscio...!
 
posted by Esfinge at 21:55 | Permalink | 0 comments
#_312
Digam o que disserem, o meu belogue é o meu melhor amigo.
 
posted by Esfinge at 21:52 | Permalink | 0 comments
#_311
Quando denoto alguma verosimilhança, principio a imaginar toda a minha vida traçada. (Re)conheço-lhe apenas um único destino, mas temo o modo e o estado em que poderei chegar. Sei, acima de tudo, que chegaria antes de tempo, se assim fosse; talvez apenas na minha hora. E isso... isso pesa-me mais que tudo. Porque não é por mim.
 
posted by Esfinge at 21:36 | Permalink |
#_310 - Momentos Marcantes
A primeira mensagem que recebi este ano: "o seu saldo é inferior a 5 euros."
 
posted by Esfinge at 19:31 | Permalink | 0 comments
#_309
A promessa é (a esperança de criar) uma ponte entre o genuíno e o seguro. Nenhuma ponte, porém, extingue o abismo entre a partida e o destino: apenas fornece incerto suporte. A ruptura, por seu lado, é iminente. Não há construção humana que seja perpétua: a medida de um sonho feito expectativa é a medida da queda. Sonhar a promessa metamoforsear-se em segurança é dançar no palco do impossível. A promessa é somente uma esperança - todos os gestos o são, na verdade.
O sonho é aquele vagabundo que não tem nada, se não o chão debaixo dos pés e o céu por cima da cabeça - aquele vagabundo que é dono legítimo das estrelas: o único que sabe que nunca as terá, mas que lhes dedica o olhar todas as noites, como se fosse a última vez...

LXXI, Desabafo Para Com As Paredes Do Meu Quarto
 
posted by Esfinge at 18:49 | Permalink | 0 comments
#_308 - Acerca da Numeração
Sinceramente, isto da numeração até é engraçado, mas é só até certo ponto. Quebra a sensação de espontaneidade sempre que venho aqui escrever, porque organiza e categoriza. Parece que ando numa corrida, exactamente como não é.
 
posted by Esfinge at 17:48 | Permalink | 0 comments
#_307
Às vezes sinto-me o bichinho enjaulado, a ver o seu habitat perdido e a sua privacidade invadida por uns tantos narizes impertinentes. Se querem mesmo ver uma acrobacia, dêem-me um bocadinho de espaço. Fachavor?
 
posted by Esfinge at 17:43 | Permalink | 0 comments
#_306
Uma das coisas que me faz desejar regressar aos 17 anos é a minha assinatura. As pessoas grandes fazem uns rabiscos complicados. Eu não: assino tal e qual como escrevo normalmente. ...e ainda por cima tenho quase sempre de mostrar o meu bilhete de identidade, porque ninguém acredita que eu tenho realmente idade pra assinar papelada importante. A minha simplicidade deixa-me ficar mal. E o meu ar bem conservado também.
 
posted by Esfinge at 17:40 | Permalink | 0 comments
#_305 - Uma daquelas situações sem comentários.
- Olá, posso-te conhecer?
- Tipo... Não achas um bocado... er... mórbido...? É que estamos prestes a assistir a um funeral e...
- Ah, na boa! Depois vamos ao café.

(o.Ô)
 
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Monday, January 01, 2007
#_304 - Influências
Acabo de sacar tudo o que encontrei de Spice Girls. Não me reconheço. Só sei que a culpa é do Brainz xD
 
posted by Esfinge at 19:19 | Permalink | 2 comments
#_303 - Ano novo: vida velha.
De volta ao estudo de Introdução ao Direito e Ciência Política e Direito Constitucional.

Definitivamente, já gosto de 2007.

...not o.Ô
 
posted by Esfinge at 18:42 | Permalink | 0 comments
#_302
E, num ápice, praticamente todo o conteúdo do meu belogue é do ano passado. Isto de se ser belogueiro é uma vida árdua...
 
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#_301 - Porque há coisas que nunca mudam!
Como é que as pessoas conseguem beber champanhe?
 
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